REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO

sábado, 27 de novembro de 2010

A nota publicada pela PREVI dá conta de que o conselho deliberativo mandou para a área técnica as propostas do memorando para que a mesma estude o enquadramento das propostas nas normas regulamentares. A principal preocupação dos conselheiros é com a retroatividade ou adiantamento como está sendo chamada.

Mesmo assim já foi aprovada a data para a consulta ao quadro social, que será do dia 9 a 15 de de dezembro.

A nota dá a entender que o conselho deliberativo acolheu todas as proposições do memorando e parece que não emendou nem melhorou nenhum dos ítens acordados.

Isso é lamentável.  O quadro social certamente esperava uma atuação dos conselheiros mais independente e não subalterna.

Além disso, o Banco do Brasil apressou-se a comunicar ao mercado a assinatura do memorando de entendimento, justamente para acalmar as agências de risco e de análise da bolsa de valores, que criticaram o fato do BB ter se apropriado contabilmente dos recursos da PREVI e, principalmente, pela circunstância do banco ter utilizado os valores na conta de resultados, gerando um lucro mais alto, que repercutiu na participação dos funcionários da ativa (PLR).

Vamos aguardar a evolução dos acontecimentos na segunda feira. Sabe-se que o assunto voltará a ser apreciado na reunião de diretoria da PREVI que acontece na próxima terça feira, especialmente com relação ao plebiscito e ao lançamento de uma espécie de cartilha esclarecendo os principais pontos.

Não consegui falar com nenhum conselheiro deliberativo. Nenhum dos telefones deles deu retorno.

O que se comenta nos bastidores é que, depois do comunicado do BB ao mercado, mesmo que não seja aprovado o memorando na votação de 9 a 15 ( o que no primeiro momento parece difícil), logo em seguida será promovida um novo plebiscito, de maneira que até 31 de dezembro tudo esteja encerrado e os primeiros valores pagos aos aposentados e pensionistas.

DELENDA CARTHAGO – o superavit já JÁ ESTÁ ASSEGURADO DE QUALQUER MANEIRA

35 comentários:

Anônimo disse...

O Conselho Deliberativo da Previ, pelo visto não alterou uma vírgula do acordo do superávit.

Eu só sei, que continuo na fatia dos aposentados que nunca fazem parte dos que mais se beneficiam com alguma medida apresentada. Tô sempre fora de tudo, nunca pego nada e agora até os menores benefícios receberão um valor dos 20% maiores que o meu.

Espero e agradeço que o Dr. se empelhe que no começo de 2011, para aprovarem e implantarem a proposta dos 360/360, para os desafortunados do grupo dos 28.800que sempre ficam fora de tudo.

Anônimo disse...

Caro Medeiros, pelo andar da carruagem não nos resta outra alternativa a não ser procurar incentivar a recusa do acordo. Temos a nosso favor o desespero do BB em achar uma solução para o fechamento do balanço. É preciso que todos os associados se conscientizem disso e vote NÃO. Sei que a maioria de nós necessita desse dinheiro. Mas precisamos refletir melhor. Abraço, Anderson

Anônimo disse...

Prezado Medeiros e demais colegas,

foi formalizado um compromisso de intenções no sentido de que no prazo de 06 meses a partir de janeiro/2011 serão analisadas outras questões.
Minha opinião:
PRAZO DE 06 MESES É EXCESSIVAMENTE LONGO.

Porque não não dentro de 03 ou 04 meses. Já esperamos demais. A maioria dos aposentados são idosos e não podem ficar esperando. Se alguma medida for aprovada dentro de 06 meses levará outro tempo a ser implementada.

O ideal seria que dentro de 06 meses as medidas fossem analisadas e implementadas.

Luis Eustáquio de Castro - Araxá-MG

Pensionista sem voz fora da AAPREVI disse...

Caro Medeiros,

O valor de minha contribuição pra Cassi corresponde a 3% dos benefícios INSS + PREVI. Ou seja, sobre a verba B823 (Base Cassi). Teria então q receber o benefício temporário correspondente a 20% da Base Cassi. Na minha opinião seria o mais justo e lógico, já q a contribuição paga a Cassi é sobre os dois benefícios. Se não for assim, q entremos na Justiça pra q passemos a pagar à Cassi apenas os 3% sobre o benefício Previ. Se a PREVI considera a soma dos benefícios na hora de nos cobrar, q considere assim tbm na hora de pagar o q nós temos direito.

Pensionista sem voz... disse...

Ao descobrir q mais de 5 mil pensionistas (num universo de 18 mil) recebem o benefício mínimo, não consigo entender pq o aumento no percentual das pensões é tão complicado.

Terex disse...

Medeiros,

Se os funcionários da ativa do BB serão contemplados nesse acordo, por que os aposentados não recebem a participação nos lucros do BB?

Justifico: O BB vem contabilizando esses valores em seu balanço, turbinando seus lucros e, consequente, distribuindo dividendos aos acionistas, o governo o maior deles, e PLR aos funcionários da ativa.

Numa simples observação, os funcionários da ativa estão sendo beneficiados duplamente por esse famigerado acordo.

Jorge disse...

Medeiros,

Agora o Banco tem pressa! Muita pressa! Por qual motivo?

Não sou vidente. Não tenho oráculo. Tampouco sou bruxo. Mas arrisco um palpite: ainda que o acordo não seja aprovado pelos associados, a PREVI (leia-se BB) vai implementá-lo na marra, afinal ela tem poderes legais para isso.

Tudo foi adrede preparado. Até o ministro Paulo Bernardo "participou" da negociação. As minutas do acordo já estavam prontas. Os nossos negociadores não "negociaram" nada. Não havia como!

O Banco está encurralado Medeiros! Ele precisa desesperadamente efetuar a regularizaçao da "engenharia contábil" do superávit, no balanço deste ano. Porque senão, aqueles órgãos internacionais vão "cair de pau" nele.

Já pensou o que pode ocorrer com o BB no cenário internacional, logo agora que está planejando adquirir um banco nos Estados Unidos?

Vamos esperar um pouco mais Medeiros! Prá quem tá no prejuízo há mais de 3 anos, pode, muito bem, aguardar mais alguns meses.

Você é (ou está se tornando) um líder! Inicie uma campanha pelo NÃO. Deixe o BB aprovar por sua conta e risco. Os valores serão pagos aos associados e pensionistas de qualquer maneira ainda neste ano. O detalhe é que esse fato NÃO DEVE conter o nosso "DE ACORDO".

Cartago já está cercada e com muito medo! Agora é a nossa vez!

Jorge Nery
Salvador (BA)

antonio c f macedo disse...

A HORA É ESSA; QUEM ESTÁ COM PRESSA AGORA PARA APROVAR ESTE ACORDO RIDICULO É O BANCO DO BRASIL. VAMOS VOTAR ''''''NÃO''''''' E VER O QUE ACONTECE.PIOR DO QUE ESTÁ NÃO PODE FICAR.

acf disse...

PORQUE SERA QUE NO TERMO DE COMPROMISSO DE 24 DE NOVEMBRO NÃO TEM ASSINATURA DO SR MINISTRO DO PLANEJAMENTO PAULO BERNARDO E DO SECRETARIO EXECUTIVO DO MINISTERIO DA FAZENDA SR NELSON MACHADO.???????


AI TEM...............

Anônimo disse...

Medeiros, procura sensibilizar o pessoal da Previ, para anteciparem a votação. Ex. 01.12 a 05.12.2010.

Anônimo disse...

O art. 39 do Regulamente atual da PREVI, com vigência a partir de dez/2007, prevê que o benefício mínimo não pode ser inferior a 40% do SRB e nem a 40% da PP(parcela Previ), observada a propocionalidade do tempo de contribuição. A mudança introduzida em meio as negociações aumentou para o percentual para 70% da parcela PREVI mas não retirou a proporcionalidade do tempo de contribuição. Então, que, por exemplo, se aposentou apos 20 anos de contribuição, terá que fazer o seguinte cálculo: 70% de 1.968 multiplicado por 240 meses, dividido por 360 meses=918,00 reais. Dificilmente essa importância será maior da que ele vem recebendo hoje. Conclusão: mudaram prá não mudar nada e dar uma justificativa aos representantes dos aposentados que assinaram o acordo.

Gilbersilva disse...

Nós aposentados, devemos rejeitar o presente acordo, sem antes uma análise detalhada de todas as proposta, dando a nós, o mesmo tempo que foi dado aos negociadores para chegarem a este acordo horrivel para o Associado.

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

Colega Medeiros,
Confesso que não estou totalmente avesso às condições do acordo. O que está me incomodando é a pouquíssima transparência e a confusão nas informações prestadas. Esse acordo, sem os esclarecimentos julgados cabíveis, está nos passando a sensação de um “espetáculo” mambembe. Há várias perguntas ainda sem respostas. Dois rápidos exemplos: 1) - Qual o valor da reserva especial que foi considerado para fechamento do acordo? 2) - Quais são os tópicos que serão discutidos a partir de janeiro/2011? Se é que serão discutidos. E mais algumas que, espero, a Previ esclareça antes do início da votação. Meu caro Medeiros no seu post há uma colocação que, sinceramente, ainda não consegui entender. Agradeceria se Você pudesse explicar melhor o que significa o parágrafo final a seguir transcrito: “O que se comenta nos bastidores é que, depois do comunicado do BB ao mercado, mesmo que não seja aprovado o memorando na votação de 9 a 15 ( o que no primeiro momento parece difícil), logo em seguida será promovida um novo plebiscito, de maneira que até 31 de dezembro tudo esteja encerrado e os primeiros valores pagos aos aposentados e pensionistas”.

Anônimo disse...

AGUARDEMOS POIS É SOMENTE O QUE NOS RESTA. SOMOS A MEU VER PESSOAS DESCARTÁVEIS; QUANDO A PARTIR DO MOMENTO QUE NOS APOSENTAMOS NÃO TEMOS MAIS UTILIDADE PARA A EMPRESA QUE SERVIMOS BOM BOA VONTADE E ORGULHO. ACHO QUE UMA BOA PARTE DOS APOSENTADOS NÃO VOTARÁ A FAVOR DO MALDITO ACORDO. MAS TEM OS SÓCIOS DA ATIVA QUE ESTÃO TAMBÉM INCLUIDOS NO ACORDO E NÃO VÃO QUERER DEIXAR DE APROVEITAR A OPORTUNIDADE. NÃO PODEMOS DEIXAR DE LHE AGRADECER POR SUA BOA VONTADE EM SERVIR; MUITA SAÚDE PARA O SR. MEDEIROS. HELENO PINTO NOBRE ; MATRICULA 3.984.740-3; JAMAIS ANÔNIMO.

Jose Roberto disse...

Colegas,

Se a decisão sobre esse famigerado acordo é um ato de gestão, por que fazer uma consulta aos participantes do plano 1?

O que a diretoria da Previ, Banco do Brasil querem é nosso apoio, através de consulta aos participantes do plano 1 da Previ,
para justificar esse assalto ao nosso patrimonio e poderem se defender de futuras ações judiciais.

Infelizmente, eles estão contando com o beneplacito de nossos representantes: Anabb, FAABB e outras entidades que se dizem
defensoras de nossos inmteresses.

Lembrem-se, com aprovação ou não de nossa parte, a diretoria executiva da Previ poderá decidir por aceitar esse acordo espúrio.

Não vamos dar a eles argumentos para justificarem suas ações.


VOTEMOS NÃO A ESSE ABJETO ACORDO!

Jose Roberto

Anônimo disse...

Pensionista sem voz... disse...
Ao descobrir q mais de 5 mil pensionistas (num universo de 18 mil) recebem o benefício mínimo, não consigo entender pq o aumento no percentual das pensões é tão complicado.
27 de novembro de 2010 15:29

Pensionista sem voz.

O que vc fala é igual a invasão no morro do alemão no rio de janeiro.

A PREVI E O BB NUNCA TIVERAM VONTADE POLÍTICA DE RESOLVER ESSA ABERRAÇÃO CONTRA AS PENSIONISTAS.

ALÉM DO DESGRAÇADO E SAFADO BENEFÍCIO MÍNIMO, ELES DESCONTAM 40% EM CIMA DISSO TUDO E SÓ PAGA A SOBRA DO RESTO MISERÁVEL.

É POR ISSO QUE NAS PRÓXIMAS VOTAÇÕES AS PENSINISTAS, PELO MENOS, VOTEM COM MAIS CONSCIÊNCIA E NÃO DEIXEM QUE FALSAS PROPOSTAS DE ALGUMA CHAPAS DE ESCULAXADOS LUDIBRIEM SEUS PENSAMENTOS.

ESTA AÍ A RESPOSTA.

ALBERTO - BRASÍLIA(DF)

Jorge disse...

Medeiros,

a propósito de meu comentário postado às 20:32h de ontem, sugiro-lhe REPUBLICAR a sua coluna de 29/09/2010, abaixo transcrita.

Jorge Nery
Salvador (BA)
====================================
"O TEMOR DO BANCO DO BRASIL QUANTO AO SUPERAVIT

Postado por Medeiros
Quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Perguntam-me, com insistência, sobre qual o temor do BB nessa questão do superavit e sobre a relevância da observação feita pela Morgan Stanley a respeito das apropriações.

Acho que o BB agora está pressionado para dar uma solução ao caso por várias razões e deve resolver o impasse até o final do ano, com certeza, pois está a descoberto, tendo em vista que se apropriou indevidamente do superavit da PREVI, existindo uma liminar, e, principalmente, porque se excedeu nos valores, pegando 14 bilhões em vez de oito bilhões, segundo consta.

O temor do BB não é só com o Morgan Stanley, que analisa as demonstrações financeiras com vista ao mercado de capitais e influi nas cotações das ações, mas principalmente com a SEC, organismo importantíssimo a serviço da Bolsa de Nova York, que fiscaliza as empresas que operam lá, como é o caso da VALE e do Banco do Brasil. A certificação da SEC é essencial para a credibilidade contábil e suas observações obrigam muitas vezes as empresas sob seu controle a revisar balanços e efetuar correções e estornar valores.

O balanço anual do BB está próximo. Faltam apenas NOVENTA DIAS, que passam rápido. É vital para o BB que tudo esteja em ordem, que não pairem dúvidas sobre seus critérios contábeis. E é dessa circunstância que nós temos que nos aproveitar agora por ocasião das negociações do superavit, exigindo não só sua distribuição justa e equânime, como também a solução para a renda certa e para o aumento do percentual das pensionistas, no mínimo. E, no caso da distribuição, não se pode esquecer da retroação…"

MEDEIROS disse...

Estive sábado e domingo fora , procurando relaxar. Foi uma semana tensa. Agora vou retomar os contatos, consultar as fontes, procurar me situar, para me posicionar a respeito da votação. Mas já dei alguns sinais no material que postei. Jorge Nery, estou consciente do que afirmei antes e não renego o que disse na época. O BB continua ppressionado, quer acertar a contabilização antes do fim do ano. Mais tarde voltarei.

Arildo disse...

Vamos votar "não"!

Anônimo disse...

HELENO PINTO NOBRE; MATRIC. 3.984.740-3; JAMAIS ANÔNIMO. LENDO OS ARGUMENTOS DE TEREX; ACIMA; CONCORDO PLENAMENTE COM O RACIOCÍNIO. NO SENTIDO DE QUE OS FUNCIONÁRIOS DA ATIVA ESTÃO SENDO DUPLAMENTE BENEFICIADOS; ALÉM DE RECEBEREM PLR NO MOMENTO; BASEADO NO LUCRO; FUTURAMENTE RECEBERÃO TAMBÉM QUANDO SE APOSENTAREM. QUEREMOS CONFORME ARGUMENTOS DE TEREX TAMBÉM PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS ATUAIS TAMBÉM. SABEMOS QUE O BB; NEM PREVI ACEITARIAM TAL ARGUMENTO. PARA NÓS É DIFÍCIL MESMO. GOSTEI E ASSINO EM BAIXO DOS ARGUMENTOS DE TEREX.

Anônimo disse...

Meu voto eh não.


Caso não entre a verba do inss, vou receber uma ninharia. Então voto não!

Anônimo disse...

Olhem, votar não significa dizer: “Não quero 20%, prefiro zero %. E vou esperar a Justiça dizer que o Banco não tem direito”. É engraçado... Acham mesmo que a maioria de participantes e assistidos vai votar não? Nem em sonho. Eu, pessoalmente, prefiro 20% do que zero. Acordem... É muito bonitinho ficar escrevendo que o acordo é ruim e que devemos votar não. Quero ver é ter mesmo coragem de recusar 20% quando ninguém neste país está recebendo nem 7% de reajuste salarial. Nosso último reajuste de beneficio vocês se lembram quanto foi?
PASMEM!!! 5,31%... E eu vou recusar 20%? Ora bolas...

Anônimo disse...

Senhores e prezado Doutor.
Com esses 20% todo mês, por um bom tempo, pagarei meu empréstimo Previ. Acham mesmo que vou recusar? Nunca! Quero meus 20%, pois meu Empréstimo Previ vai sair de graça...SE VOCÊ TEM EMPRÉSTIMO PREVI PENSE... Seus 20% não pagam a prestação? A minha paga, pois receberei 950 a mais todo mês e minha prestação do emprestimo simples é 740,00. Tem gente que tem CARIM, aposto que os 20% vão ajudar a pagar o Empréstimo Imobiliário. VOTE SIM, pelo amor de Deus... Preciso desses 20%

Anônimo disse...

Prezado Sr Jorge Nery,

Embora seu comentário seja pertinente, ele é, agora, extemporäneo. Isto é, deveria ser proferido antes da assinatura do acordo. Agora sao favas contadas.

Anônimo disse...

Pois eu voto SIM, melhor 20% na mão do que 100% voando...

Anônimo disse...

No Clipping do site da ANABB de 28.11.2010 :
ECONOMIA - BB deve engordar seu caixa com R$ 7,5 bilhões de superávit da Previ

Só trouxas entregam o ouro para o bandido com essa facilidade...

Meu voto é NÃO !!

Anônimo disse...

O banco nao so se apoderou do superavit com tambem do limite do meu cheque especial.Sem aviso,estornou o valor,como disse um colega tambem, na epoca que havia o dinheiro do ES na minha conta.
Eta banquinho ruim,devem estar desesperados mesmo.

Anônimo disse...

Colegas,
as opiniões são as mais diversas. Há aqueles que são francamene favoráveis ao SIM e também aqueles que irão manifestar o NÃO.
Somos todos maiores, dignos e responsáveis.
Portanto vamos votar de acordo com nossas consciências, respeitando o voto alheio. Cada um tem a liberdade de votar como quizer.

Vai aqui algumas indagações:
- porque não antecipara a votação?
poderia ser a partir do dia 06.12
por exemplo. O tempo urge. Cor-
remos o risco de não receber em
2010, se a tramitação demorar.
- porque não abrir o SISBB para a
votação dos aposentados ?
- porque o prazo de 06 meses para
analisas as outras questões ?
da para fazer em 03 ou 04 meses.

Luis Eustáquio de Castro - Araxá-MG

Anônimo disse...

Será que ninguem consegue informar se o percentual de 20% será calculado antes ou após a incorporação do Benefício Especial de Remuneração e o de Proporcionalidade?

Francisco Nonato

São Luiz (Ma)

Anônimo disse...

LEIAM:
Fonte: http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=33&codPagina=40695

Segunda-feira, 29/11/2010 - 09h14m
ECONOMIA - BB deve engordar seu caixa com R$ 7,5 bilhões de superávit da Previ

O Banco do Brasil (BB) está próximo de pôr fim à disputa que há anos vem travando com os participantes da Previ, seu fundo de pensão, pelo superávit do Plano 1, o mais antigo. Na última quarta-feira à noite, BB e entidades representantes de funcionários e aposentados da instituição assinaram um memorando de entendimento para acertar a destinação dos recursos que compõem a reserva especial do plano, calculada em R$ 15 bilhões, segundo uma fonte a par do processo. Caberia ao patrocinador do plano metade desse montante (R$ 7,5 bilhões). Para se ter ideia, esse valor é muito próximo do lucro líquido acumulado pelo BB em 2010 até o terceiro trimestre, de R$ 7,75 bilhões. O dinheiro deve ir direto para o caixa do banco. Procurados, BB e Previ informaram que não se pronunciariam sobre o tema, no momento.
A Lei Complementar 108, que regulamenta a atividade dos fundos de pensão, prevê, em casos de superávit, que 25% do bolo seja destinado a um fundo de reserva de contingência - uma forma de resguardar o patrimônio contra possíveis oscilações. O restante do dinheiro deve contemplar a melhoria do benefício dos participantes ou a redução do valor das contribuições pagas. Ambas já foram feitos. Mesmo assim, a sobra de caixa da Previ é gigantesca. Esse dinheiro, calculado em R$ 15 bilhões, compõe, hoje, a tal reserva especial.
O BB, vale lembrar, vem contabilizando sob a forma de lucro não-recorrente recursos originários do superávit da Previ desde 2008. "Acreditamos que uma possível solução seja a redução da contribuição em espécie do Banco do Brasil para os outros planos de pensão da Previ", afirmam, em relatório, os analistas Regina Longo Sanchez, Thiago Bovolenta Batista e Alexandre Spada, do Itaú BBA. "Nesse caso, parte do lucro seria convertida em espécie." A chamada "monetização" do superávit ajudaria ainda a reduzir os impactos das novas exigências de capital mínimo previstas no Acordo de Basileia 3. Para compor o capital de nível 1, o banco precisaria ter acesso irrestrito e ilimitado aos recursos do superávit.
Os participantes do Plano 1 serão consultados na primeira quinzena de dezembro sobre o acordo, que também precisa ser aprovado pelo conselho da Previ e órgãos reguladores e fiscalizadores. Mas sua aprovação é dada como certa nos bastidores. "Os aposentados querem ver logo a cor do dinheiro, embora boa parte entenda que o banco não tenha direito a nada", diz um representante de uma das associações. O Plano 1 tem cerca de 110 mil participantes, 80 mil deles já aposentados - ou seja, com idade superior a 55 anos. "Morrem, em média, cinco por dia", diz a mesma fonte. "Eles não querem esperar por 20 anos para ganhar uma briga."
O representante se refere à disputa que a Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) e a Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB) travam na Justiça questionando a validade da Resolução do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC) de número 26, na qual o BB se apoia para incorporar parte do superávit do Plano 1. As entidades também colocam em xeque o cumprimento da deliberação 371/2000 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelo banco. A regra condiciona o uso dos ativos remanescentes do fundo de pensão pela patrocinadora em caso de liquidação. O Plano 1 da Previ deve levar ainda 70 anos para ser saldado.
Há o risco de que a assinatura do memorando entre BB e associações de funcionários e aposentados sirva de álibi para o banco, uma forma de reconhecimento do direito da patrocinadora sobre o excedente do plano. "Sem dúvida, isso enfraquece a disputa", reconhece a mesma fonte. "Mas vamos continuar discutindo na Justiça."


Fonte: Valor Econômico

Anônimo disse...

LEIAM:
Fonte:http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=33&codPagina=40695

Segunda-feira, 29/11/2010 - 09h14m
ECONOMIA - BB deve engordar seu caixa com R$ 7,5 bilhões de superávit da Previ

O Banco do Brasil (BB) está próximo de pôr fim à disputa que há anos vem travando com os participantes da Previ, seu fundo de pensão, pelo superávit do Plano 1, o mais antigo. Na última quarta-feira à noite, BB e entidades representantes de funcionários e aposentados da instituição assinaram um memorando de entendimento para acertar a destinação dos recursos que compõem a reserva especial do plano, calculada em R$ 15 bilhões, segundo uma fonte a par do processo. Caberia ao patrocinador do plano metade desse montante (R$ 7,5 bilhões). Para se ter ideia, esse valor é muito próximo do lucro líquido acumulado pelo BB em 2010 até o terceiro trimestre, de R$ 7,75 bilhões. O dinheiro deve ir direto para o caixa do banco. Procurados, BB e Previ informaram que não se pronunciariam sobre o tema, no momento.
A Lei Complementar 108, que regulamenta a atividade dos fundos de pensão, prevê, em casos de superávit, que 25% do bolo seja destinado a um fundo de reserva de contingência - uma forma de resguardar o patrimônio contra possíveis oscilações. O restante do dinheiro deve contemplar a melhoria do benefício dos participantes ou a redução do valor das contribuições pagas. Ambas já foram feitos. Mesmo assim, a sobra de caixa da Previ é gigantesca. Esse dinheiro, calculado em R$ 15 bilhões, compõe, hoje, a tal reserva especial.
O BB, vale lembrar, vem contabilizando sob a forma de lucro não-recorrente recursos originários do superávit da Previ desde 2008. "Acreditamos que uma possível solução seja a redução da contribuição em espécie do Banco do Brasil para os outros planos de pensão da Previ", afirmam, em relatório, os analistas Regina Longo Sanchez, Thiago Bovolenta Batista e Alexandre Spada, do Itaú BBA. "Nesse caso, parte do lucro seria convertida em espécie." A chamada "monetização" do superávit ajudaria ainda a reduzir os impactos das novas exigências de capital mínimo previstas no Acordo de Basileia 3. Para compor o capital de nível 1, o banco precisaria ter acesso irrestrito e ilimitado aos recursos do superávit.
Os participantes do Plano 1 serão consultados na primeira quinzena de dezembro sobre o acordo, que também precisa ser aprovado pelo conselho da Previ e órgãos reguladores e fiscalizadores. Mas sua aprovação é dada como certa nos bastidores. "Os aposentados querem ver logo a cor do dinheiro, embora boa parte entenda que o banco não tenha direito a nada", diz um representante de uma das associações. O Plano 1 tem cerca de 110 mil participantes, 80 mil deles já aposentados - ou seja, com idade superior a 55 anos. "Morrem, em média, cinco por dia", diz a mesma fonte. "Eles não querem esperar por 20 anos para ganhar uma briga."
O representante se refere à disputa que a Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) e a Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB) travam na Justiça questionando a validade da Resolução do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC) de número 26, na qual o BB se apoia para incorporar parte do superávit do Plano 1. As entidades também colocam em xeque o cumprimento da deliberação 371/2000 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelo banco. A regra condiciona o uso dos ativos remanescentes do fundo de pensão pela patrocinadora em caso de liquidação. O Plano 1 da Previ deve levar ainda 70 anos para ser saldado.
Há o risco de que a assinatura do memorando entre BB e associações de funcionários e aposentados sirva de álibi para o banco, uma forma de reconhecimento do direito da patrocinadora sobre o excedente do plano. "Sem dúvida, isso enfraquece a disputa", reconhece a mesma fonte. "Mas vamos continuar discutindo na Justiça."



Fonte: Valor

Anônimo disse...

Meu voto será SIM. Sou pensionista e preciso desse dinheiro!

Anônimo disse...

Ingressei no Banco em 1964. Aposentei em 1991. Com os 20% prometidos no acordo sobre o beneficio/Previ, teria um aumento mensal razoável e mais as 12 parcelas mensais antecipadas. Mesmo assim, estou com um pé atrás para votar o SIM. Motivo: depois de muito tempo, ainda não engoli o tal RENDA CERTA, onde colegas receberam verdadeiras fortunas e outros como eu não recebi NADA até hoje. Fomos ludibriados com falsas promessas, até o momento não cumpridas. Muitas dúvidas ainda me aflingem.

Anônimo disse...

Medreiros o que vc acha sobre esse benefico temporário de que todos falam achando que é uma completação de aposentadoria. Li o site fa Faabb os esclarecimentos de Isa Musa e ela não fala em complementação e sim em beneficio temporário a todos que recebem beneficio minimo de pensão, se souber de mais detalhes por gentileza divulgue no seu blog, ficaremos gratos. abraços

Anônimo disse...

Dr Medeiros,
Bom dia
Sou uma daquelas desesperadas pela fatia do superavit. Respirei aliviada ao ler que sairia até fim de dezembro. Pude ver também que 20% vai melhorar o banquete Natalino, mas é como se nós fossemos crianças iludidas por um chocolate para não ver uma tonelada de doces ser entregue na casa do vizinho. Lendo o que eu tenho lido de opiniões dos colegas, assim como aquela matéria no Valor Econômico, já estou com os dois pés atrás. Já estou começando a acreditar que esta é a oportunidade única de nos fazermos respeitar perante o Banco.
Nessa hora não podemos esquecer muitos dos nossos colegas pedevistas. Conheço muitos deles até hj em verdadeira situação de miséria. E nestes 7,5 bi falados no Valor Econômico tem participação destes colegas que foram injustiçados. Vale refletir, pelo Sim ou pelo Não, que seja a voz da nossa consciência. Vamos comer o chocolate ou vamor pedir que a tonelada de doces seja dividida entre todos?
Obrigada