O QUE SOMOS HOJE ?

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Como eu falei na postagem anterior a nossa vida anda complicada.  A tecnologia galopante atual em vez de simplificar tornou mais complicada a nossa existência.  Antes era mais simples viver.


Por exemplo, antigamente não existia nenhuma confusão a respeito de nossa situação laboral. Ou éramos funcionários da ativa ou aposentados. Simples assim.

Em algumas agências até existiam caixas especiais para aposentados do Banco do Brasil.  E nós tínhamos orgulho de ir para a fila dessas caixas ostentando nosso título, aposentado do BB, onde ficávamos conversando com colegas e trocando casos e episódios vividos na instituição.

E hoje o que somos ?

Aposentados, assistidos ou pós laborais ?

Esse epíteto de pós laboral, surgido há pouco tempo, quando dos debates da Cassi, me incomoda muito.  Aposentadoria, para mim, era uma conquista. Pôs laboral é um demérito, uma pessoa que deixou de trabalhar, um pós trabalho.

Além disso existem implicações jurídicas e trabalhistas. Uma coisa é ser pôs laboral, outra é ser assistido ou aposentado.

Aliás o termo assistido também me incomoda. Antes éramos associados da Previ, participantes, donos do nosso fundo de pensão. De repente viramos assistidos, que dá uma conotação de ajudado.

Outro dia perdi a compostura. Desculpem. Ando nervoso. Coisa da idade. Mas reagi feio quando  um colega da ativa me chamou de pós laboral. Respondi que pós laboral era a vovozinha. Depois me desculpei

Também não gosto do tal do FQM do nosso ÉS. Fundo de Quitação por Morte. Cruz credo. A Cooperforte usa uma expressão mais suave em seus empréstimos.

Sim , vamos simplificar a nossa vida e torna lá mais agradável .Eu sou aposentado do BB, não sou pós laboral. E tenho dito.

22 comentários:

Anônimo disse...

Falou por mim, Dr Medeiros. É o que eu penso.

Anônimo disse...

Notável texto. Vou divulgar.

Anônimo disse...

Caro Doutor José Bernardo de Medeiros Neto,

A Cooperforte além de usar uma expressão mais suave, é muito mais justa/suave e sincera na cobrança do valor PRESTAMISTA.
Favor comparar FQM x PRESTAMISTA.
Abraço e muita calma neste momento...

Anônimo disse...

Dr. Medeiros,
Ainda tá bom - daqui a pouco vão nos chamar de ex-laboral.

Erwin Getzel disse...

Concordo também, Dr. Medeiros, eu me considero aposentado do BB, e não assistido e muito menos esse tal de pôs laboral. Abs.

Anônimo disse...

Aqui na minha terra, quando alguém quer ocupar um espaço sem ter absolutamente nada de interessante pra falar, comumente dizemos que o fulano está enchendo linguiça.

Medeiros disse...

Colega anônimo,

O dia em que você ficar sem a CASSI porque vão lhe enquadrar como pós laboral vai se lembrar de mim. O processo de perda de direitos começa com a desqualificação da natureza do status. Por causa de anônimos assim é que outros blogs eliminaram a participação. Acorde, ainda é tempo. Daqui há pouco vai ser tarde demais.

Anônimo disse...

Ahahahahah, 14.58,

Estou às gargalhadas.
Com todo o respeito o teu negocio é "liguiiçaa"!
Desocupa a moita, se já fez o que tinha que fazer e não tem o que falar..., com todo o respeito!

Doutor, sou anônimo e vibrei com sua resposta, inteligente e precisa.


Anônimo disse...

Emérito Mestre MEDEIROS:


Reconheço que é um pouco hipócrita, mas quando preciso fazer EMPRESTIMOS ou NEGÓCIOS DE MAIOR VULTO, aonde consta o quesito profissão coloco: FUNCIONÁRIO APOSENTADO DO BANCO DO BRASIL S.A.; quando é para COMPRAR FIADO na MERCEARIA DA ESQUINA, habitualmente uso: BANCÁRIO APOSENTADO. Até o momento NÃO TENHO DE QUE ME QUEIXAR.

Anônimo disse...

Dr Medeiros

O que implica para nós o título de pós laboral ? É ruim ? Não acho.

Medeiros disse...

Caro colega,

Vou dar um exemplo prático. Como aposentado do BB você tem direito a Cassi. Como simples pós laboral não tem nenhum direito. A condição de aposentado está regulada e amparada.

Anônimo disse...

Eu não assino o que posto porque sou o famoso "QUEM"? De que adianta eu colocar um nome se internet aceita até se eu resolver assinar Pato Donald Trampi?

Agora, o cidadão tá coçando o saco naquele pijama velho com cheiro de xixi e vem chamar a atenção do dono do blog, porque acha que o assunto não é importante? Vai lavar uma louça ou fazer crochê meu chapa!!! Eu hein !!! Vai ler revista Kharas

Como diz meu amigo minerin: " É mui difirci "

Anônimo disse...

Prezados colegas,

Com relação ao pós laboral (no caso de aposentadoria), em ralação a plano de saúde, no caso da CASSI existe uma particularidade a ser observada. A CASSI foi criada pelo Banco exclusivamente para seus funcionário e dependentes, sendo que pagamos uma parte do plano e o Banco outra parte. A CASSI é gerida pelo Banco (mantenedor) e funcionários e que em seus estatutos é previsto a continuidade da assistência aos pós laboral ou aposentados da mesma forma dos funcionários da ativa.
Com relação a empresa que contrata um plano de saúde para seus empregados e quando o empregado se aposenta o funcionários pode optar em permanecer no plano de saúde com as mesmas características do plano dos funcionários da ativa. Entretanto o aposentado deve assumir integralmente o pagamento do plano. Existem outras particularidade que não vem ao caso agora.
Então nosso plano tem essa característica de não ter sido contratado e sim desenvolvido pelo próprio empregador. Como ficamos?

Adaí Rosembak disse...

Caro Medeiros,

Muito embora o que importa seja o $$$$ que recebemos no dia 20 de cada mês, realmente me sinto incomodado de ser chamado de pós-laboral e assistido da PREVI.
O que essa gente quis mostrar criando essas falsas denominações?
Sou associado da PREVI. É até uma questão de respeito.
Pós-laboral? Nunca !!! Estou aqui trabalhando no meu computador para criar um mundo melhor. Continuo na ativa, só que fora do BB. É uma outra etapa LABORAL!!!
Gostei muito de seu artigo.
Botou para fora o que estava engasgado na garganta.
Parabéns.

Abração do amigo e admirador

Adaí Rosembak

Anônimo disse...

Para quem entende de direito do trabalho e acompanhou a reforma trabalhista que entrou em vigência, sabe que essa denominação de pós laboral traz imensos riscos. Ela não surgiu do acaso.

Anônimo disse...

É verdade e a Cassi preocupa cada vez mais.


Adherbal

Anônimo disse...

Ando apavorada. Socorro Dr Medeiros.


Terezinha

Medeiros disse...

Em meu parecer estamos precisando de um novo protesto judicial. Estou preparando um para mim.

Anônimo disse...

Dr. Medeiros,

O nosso plano de saúde é particular se assim pode ser dito. Foi criado e desenvolvido pelo Banco do Brasil, com normativos que regem sua atividade de dar assistência a saúde aos funcionários da ativa e dos aposentados. Nesse caso a CASSI não é um plano de saúde contratado. Como ficaria o nosso caso?

Para maiores informações:
http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-do-consumidor/aposentados-e-demitidos

Anônimo disse...

Dr. Medeiros,

Pós-laboral significa depois do trabalho (do horário de trabalho) e não significa obrigatoriamente aposentado. No nosso caso se entrarmos como pós-laboral podemos perder a Cassi. Nós temos um contrato de trabalho com o Banco em que inclui aposentadoria complementar e assistência a saúde tanto na ativa quanto na aposentadoria.
Alguém pode trabalhar no Banco por um período sair do Banco e não se aposentar. Se demitiu do Banco. Ele entrou no período pós-laboral em relação Banco. Esse período pós-laboral não lhe da direito a ter assistência a saúde pela Cassi.
Será que por isso que eles nos querem como pós-laborais.
Será que meu raciocínio esta correto ou não? Alguém comente por favor.

Medeiros disse...

Caro Adaí

Está muito boa tua postagem sobre a conferência de saúde da Cassi no Rio. Vou fazer um post a respeito da Cassi e sua insustentável situação atual.

ANÔNIMO EX-ENDIVIDADO disse...

ECONOMIZAR É PRECISO...

Plano 1 com déficit, aumento de 3% em janeiro, empréstimo simples sem margem consignável, os “assistidos” não têm qualquer perspectiva de um alívio em sua situação financeira.
Como quem não tem cão caça com gato, é importante tentarmos diminuir nossas despesas fixas.

Consegui uma redução de 43%, medido em kwa, em minha conta de energia elétrica com medidas simples e pouco investimento.
-troquei por LED todas as lâmpadas incandescentes

-troquei os chuveiros antigos por modelos de última geração, muito mais eficientes, comprei dois muito práticos, com uma haste na base, que permite o controle da temperatura da água mesmo tomando banho, sem precisar desligá-lo

-tiro da tomada, quando não estou usando, os aparelhos eletrônicos que têm aquela luzinha de “stand by”, consumindo energia 24 horas por dia; no fogão, tem um relógio digital, que ninguém olha, aí abri o bicho e retirei a lâmpada, para não desativar o acendedor elétrico

-para economizar água, que é um bem finito,nas torneiras instalei temporizador com desligamento automático.

O investimento total foi de, mais ou menos, R$ 1.000, que será recuperado em pouquíssimos meses.